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Diego Perreira

Cotidiano, Filmes, Inspiração

[Filme] Cinco indicações que fazem você repensar a vida

Vez ou outra, me pego pensando em alguns filmes que nos ensinam  um pouco sobre “como viver” ou nos fazem pensar sobre “o que você estamos fazendo da nossa vida?” Sabe, aqueles filmes que dão uma boa mensagem no final, como uma moral das histórias antigas, nos levando a um estágio de reflexão sobre quem somos e o que vivemos.
Tentei pensar e colocar alguns filmes que falam sobre o assunto. Selecionei cinco deles, todos, digamos, atuais. Seguem:

1- A Vida Secreta de Walter Mitty (2013)

Em uma mistura de sonhos e realidades, Walter tenta encontrar um propósito para viver e ser o que ele sempre quis: alguém. Não que ele não seja, pois trabalha para uma revista importante, mas Ben Stiller, além de atuar e dirigir, traz um tom dramático ao protagonista no remake de O Homem de 8 Vidas (1948). Um lindo trabalho, por sinal.

2- Na Natureza Selvagem (2007)

O filme é inspirado no livro sobre a vida de Chris McCandless, um jovem que larga uma vida estável para se aventurar pelo Estados Unidos com um destino em mente: Alasca. O filme é muito bonito, com ótimas lições sobre desapego e reflexões sobre relacionamento social, além de ter uma trilha on the road feita pelo Eddie Vedder.

3- Mesmo Se Nada Der Certo (2014)

Um casal de músicos e um produtor musical desprestigiado são os personagens principais dessa trama musical. Seguindo a receita de Apenas Uma Vez (2006), o filme coloca em cheque momentos de reflexão sobre a vida. Talvez sobre aceitação, talvez sobre mudança – você decide.

4- À Procura da Felicidade (2006)

Uma história sobre superação. Isso resume bem o longa que traz uma emocionante trama, sobre como um pai busca “dar a volta por cima” e dar uma vida digna ao seu filho pequeno.

5- Livre (2014)

Uma busca sobre autoconhecimento e amadurecimento: Livre traz a história da autobiografia de  Cheryl Strayed, uma mulher “quebrada” pelos acontecimentos de sua vida e que precisa encontrar e se reconectar com seu lado firme e não destrutivo. Para isso, ela se dispõe a andar da fronteira do México até o Canadá pela Pacific Crest Trail, uma das trilhas mais difíceis dos Estados Unidos.

Esses são alguns dos filmes que me fizeram pensar e refletir. Vocês têm algum longa que lhes cause a mesma reflexão? Não deixe de nos contar!

Até a próxima!

Filmes

[Filmes] Dez filmes que vi e gostei em 2014

O ano de 2014 está em seus momentos finais (ALELUIA!) e pensamos: quais seriam os melhores filmes que vimos em 2014? Será que dá pra fazer uma lista bacana? E a reposta é: sim, dá.
Então, aí vai uma lista com gosto pessoal, curta e sincera dos filmes que vimos e que receberam likes and likes. De antemão, muitos filmes bons ficaram fora da lista, mas coloco um bônus no final, naquela velha tentativa de redimir os pecados. Por isso, nada de “mimimi”.
Claro que poderia colocar na lista filmes que não são recentes, mas pensei em filmes do final do ano de 2013 até ao término deste ano para colocar aqui. Lembrando que “a ordem dos fatores não altera o produto“.

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Filmes

[Filme] O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (The Hobbit – War of The Five Armies), dirigido por Peter Jackson, estreou na semana retrasada nos cinemas tropicais do Brasil (eu acho). O último episódio da saga de Bilbo, Gandalf e a comitiva de anões, encabeçada por Thorin Escudo de Carvalho, pela Terra-Média rumo a Montanha Solitária de Erebor trouxe uma produção grandiosa, com efeitos magníficos e um roteiro pincelado para que, quem já tivesse lido ou soubesse sobre os spoilers dos acontecimentos, ficasse com uma expectativa a mais.

 

(Voa, voa dragãozinho!)

Finalizando a saga do hobbit e seu encontro com Um Anel, o filme tenta abordar um pouco o laço de amizade que os anões constroem com Bilbo ao longo da caminhada até Erebor. Os pequenos são o grande foco da série, sem dúvida. Quando estão em cena, os diálogos fluem e a trama se desenrola sem muitas pedras para bloquear o roteiro impactante que Jackson tenta trazer aos expectadores – o que não é ruim. A Batalha dos Cinco Exércitos tem uma chama a mais que os outros dois primeiros filmes, que é a luta do Dragão Smaug na Cidade do Lago, além da forma como foi adaptada uma guerra tão colossal ao pé da Montanha Solitária.

Smaug revela seu lado mais cruel e dracrônico nesse filme, o que muitos esperavam no anterior – A Desolação de Smaug. Aqui, o dragão aparece imponente com aquele jeito inteligente e menosprezador e lançando, com suas asas abertas, suas chamas mortais por toda Cidade.

Percebe-se que Jackson tenta ligar esse filme ao Senhor dos Anéis, introduzindo o mago de batalha Saruman, Elrond paladino, e a overpower Galadriel, além de Radagast, o mago castanho, contra alguns espectros e ameaça futura de Sauron, tentando conectar uma saga a outra. Não achei perda de tempo, pois muitos que foram ao cinema, penso, nem conhecem Senhor dos Anéis, e adoraram e acompanharam a trilogia de Bilbo e os anões. Mas isso não vem ao caso.

Os exércitos estão em uma produção de figurino e coreografia muito boa. Cada raça tem sua peculiaridade em relação a lutas e montarias. Assim, temos desde o tradicional cavalo, passando pelo Alce Gigante, por bodes, wargs e porcos como montaria. Legolas e Tauriel tem um destino que não esperava, em Legolas Folha-Verde faz algumas legolagens (vide Senhor dos Anéis), dando uma visão “desfocante” das lutas dos anões, humanos, elfos e bestas contra os orcs (coitados). Continuo com o pensamento de que tanto Legolas, como Tauriel NÃO PRECISAVAM estar no filme. Alfrid (Ryan Gage) é o alívio cômico aqui, mas não funcionou.

O filme tem uma ótima trilha sonora e um 3D não impactante, mas bem feito. Nesse terceiro filme, temos menos enrolação, com o objetivo mais visível. Temos Guerra, e isso resume muito bem a película, que coloca cenas com paisagens incríveis e carregadas de emoções. Peter Jackson acerta em muita coisa, realmente, mas o filme era o que eu já esperava – muita “peia”.  Em clima de despedida, Jackson nos coloca uma surra de efeitos maravilhosos, uma trama carregada de altos e baixos, diálogos desnecessários, mas com as raças da Terra-Média em confronto, nos dando outra visão do mundo fantástico de Tolkien. O Hobbit não é livro profundo, mas P.J. tenta colocar uma profundidade no roteiro. O que pode ter sido bom ou não. Quem decide é quem está assistindo.

No mais, quem não viu, veja. É um fanservice que merece ser visto – talvez, de uma vez só.

Filmes, Quadrinhos

[Filmes] Guardiões da Galáxia – Ame-o ou ame-o?

Há alguns dias, fomos conferir o novo filme da MARVEL: Guardiões da Galáxia, com a direção e roteiro de James Gunn e Nicole Pearlman, também roteirista.
Bom, o que falar do filme? Muita coisa. Guardiões da Galáxia (GoG) tem um bom roteiro, uma ótima direção e, até então, está no nível (ou talvez acima) das demais produções do Marvel Studios. Não tem como não se empolgar com o longa. É aquele tipo de filme em que você não sente a hora passar mesmo se a produção durasse cinco horas. Uma maestria que poucos conseguem realizar com a sétima arte, com empolgação do inicio ao fim.
O longa traz a história de uma das formações de GoG, a mais recente. É isso que o Marvel Studios fez, e pelo que parece, deu super certo focar numa equipe que possui um “Guaxinim” e uma “árvore humanoide” (Ent?), montando um elenco de personagens bizarros e carismáticos. Em uma sinopse rápida, temos o humano Peter Quill, interpretado pelo Chris Pratt, roubando um objeto que um alienígena deseja. Esse é Ronan (Lee Pace) , o Acusador da raça Kree que deseja a todo custo obter o objeto roubado por Quill. Assim, conhecemos outros personagens que vão atrás do autointitulado “Senhor das Estrelas” para capturá-lo: Gamora (Zoe Saldana), Rocket Raccon (Bradley Cooper) e Groot (Vin Diesel), e depois Drax (Dave Bautista), formando os Guardiões da Galáxia.

Gostei de todas as caracterizações. A apresentação dos personagens está bem trabalhada e, aos poucos, todos vão sendo explorados. O filme contém uns “easter eggs” interessantes de personagens que você, caso tenha lido ou tido algum contato com os quadrinhos, talvez deva conhecer, mas isso não influencia em “pn” do filme. Houve um medo por parte dos produtores, leitores, críticos e pessoas normais que o Rocket Cooper não funcionasse nos cinemas. Ledo engano. Rocket é um dos que chamam atenção. A dublagem de Bradley Cooper está fenomenal, e, pra mim, foi umas das coisas que fez  o “Guaxinim” funcionar. Mas não é só ele, não. Ao lado de Groot, seu incansável e instigador amigão, os dois formam umas das melhores duplas na adaptação. Groot é aquele tipo de personagem que você provavelmente vai amar, mas é possível que muitos sintam que ele ficou um pouco ingênuo e bobo na caracterização. Uma inverdade. Groot é um ser Colossus Floral, uma espécime raríssima das Galáxias e SUPER inteligente. Espero que trabalhem mais o personagem nas próximas aventuras da equipe.


Pratt está formidável no papel do Quill. Ele faz com que você se afeiçoe ao seu estilo Han Solo, sabe/ (Sim, há semelhanças com a obra do Lucas, mas isso não vem ao caso.) Gamora e Drax eram personagens os que poderiam fugir dessa questão de comicidade, mas não, eles também estão ótimos. Sinceramente, Drax Bautista era o meu medo nessa adaptação, trabalhado como só mais um cara com músculos na equipe. Acabei adorando o jeitão do personagem. Aquele humor mais “mistureba” do Drax, onde há uma leve acidez com uma “ingenuidade”, faz com que você goste de sua participação. Gamora é mais séria e dá um equilíbrio no time (até porque estamos da mulher mais letal da galáxia (ou não). Não sei ao certo se ela foi bem aproveitada ou se teve uma boa adaptação. Ao menos, esperava uma Gamora menos humana, com menos fraqueza. Outra observação é sobre Yondu, pois trabalharam o Bárbaro de Pele Azul como uma espécie de anti-herói.
O visual está espetacular, também. As ambientações chamam atenção, demonstrando uma bela direção de arte por detrás do trabalhoso GoG. Os cenários alienígenas, as naves, tudo está muito bem aproveitado no 3D (e se possível, assista em IMAX. Aí sim, é degustação visual). Só de lembrar ao ver o titã Thanos, bem realista por sinal, em um ótimo 3D me satisfez. As cenas das batalhas aéreas ficaram melhores do que as dos personagens em terra, a meu ver.
Outra característica é referencia musical que o filme traz. Anos 70 e 80 são as principais fontes que walkman de Peter Quill traz, colocando o filme um ar mais cômico ainda. Assim, temos desde Hooked on a Feeling, do Blue Swede, passando pelos saudosos Jackson 5, com I Want You Back, até Cherry Bomb, do The Runaways e Come and Get You Love, do Redbone. A referência à fita cassete em um mundo totalmente digital é ótima, traz um sorriso amarelo aos rostos e se encaixa perfeitamente na narrativa. Aliás, segue abaixo a trilha sonora supimpa. Basta clicar para curtir <3

Awesome Mix Vol. 1 from amadfangirl on 8tracks Radio.

No mais, Guardiões da Galáxia está no top 5 de melhores do ano. E sinceramente, no melhor posto de filmes da Marvel, até então. Que me desculpem os Soldados Invernistas e os Vingadoretes, mas Groot, Rocky, Quill, Gamora e Drax, não necessariamente nessa ordem, me fizeram mudar de opinião. Em suma, tem-se um filmaço, muito bem produzido e ambientado. E por conta da confiança no sucesso do filme, o estúdio já confirmou a continuação. Assim, espera-se que Guardiões da Galáxia possa ser uma brecha boa para outros personagens que ficaram e ficam escondidos nas galáxias.

 

Quadrinhos

[Quadrinhos] E a espera “cabô’! MSP lançará Bidu.

Depois de um curto período, na verdade, sairá a nova Graphic Novel do selo MSP – Maurício de Sousa Produções, com quem? Com ele (s2) Bidu.

O nome divulgado editor Sidney Gusman foi Bidu – Novos Caminhos, e os artistas Eduardo Damasceno e Luís Felipe serão os autores dessa nova saga que contará os dramas e aventuras de Bidu e Franjinha. :3

Pelo visto, o lançamento ocorrerá após o período de julho, quando será a Bienal do Livro em Sampa (São Paulo). LOL

E vou logo adiantando, até agora, nenhuma HQ desse selo me decepcionou.  Logo, essa é compra garantida.

Abaixo vemos o  capa oficial divulgada.

 

 

Filmes

[Filmes] O Espetacular Dr. Manhattan: A ameaça do Aranha

Bem, eu não queria ir ao cinema ver o novo filme do Aranha, mas, por conta do destino, minha namorada e eu acabamos indo conferir a película. Já tinha escutado sobre o filme, e a maioria das críticas eram: o filme não está bom, não precisava colocar mais de um vilão, as cenas foram mal aproveitadas, dente outras. Acabamos conferindo a versão dublada, e a experiência não foi nada boa.
Pois bem, o filme é dirigido por Marc Webb, que para quem não sabe ou não lembra, foi diretor de 500 Dias com Ela (um ótimo filme, por sinal), e conta a sequência do reboot do Homem-Aranha nos cinemas mundiais. Temos uma ótima qualidade nos efeitos, filmado no formato 35mm. As cenas dos saltos, das lançadas de teias entre os prédios estão fantásticas, mesmo. O que é bom para O Espetacular Homem-Aranha: A Ameaça de Electro. Isso não quer dizer que o filme vai agradar a todos os gostos, mas sem dúvidas, temos uma estética plausível.


Fazendo um pequeno resumo do filme, temos um Peter Parker (protagonizado por Andrew Garfield) mais solto em seu alter-ego Homem-Aranha. Ele ainda namora com Gwen Stacy (Emma Stone), mas vive no dilema entre terminar o namoro ou continuar com seu grande amor, por conta do fantasma do pai de Gwen, que o ainda assombra. Peter se sente culpado pela morte do Capitão Stacy e ainda está à procura de alguma informação que leve ao desaparecimento de seus pais. Nesse contexto, temos o retorno de um velho amigo de Peter, Harry Osborn (interpretado pelo Dane DeHann), como herdeiro da Oscorp e o surgimento de um novo vilão, alucinado e com problemas de relacionamento social, Electro (Jaime Foxx).


O legal desse Aranha é que vemos aquele Homem-Aranha “engraçadão” e piadista das hqs. As cenas entre Peter e Gwen são ótimas. A dinâmica entre os dois atores é plausível, foi ótimo ver a química que há entre eles, o que não rola tanto com Jamie Foxx. Electro é desenvolvido aos poucos. Temos Foxx, que considero um puta ator, no papel de Max Dillon, mas este fica meio perdido na trama, pois acabou não engatando na construção de Electro. Porém, me surpreendi com o personagem na sua transformação em, como todos dizem… Dr. Manhattan. Esse é um dos problemas de se trabalhar com uma linha de roteiro onde há vários caminhos e é isso que vemos no filme. Mesmo tendo um pôster muito legal, vemos apenas uma nota introdutória de Rino (Paul Giamatti ganhando o seu belo dinheiro) e uma apresentação diferenciada de Harry como Duende Verde. Outro ponto negativo foi a falta de explicação para a doença de Harry. Terminamos o filme sem compreender o que realmente o afeta e como isso se manifesta em seu corpo.


As cenas de lutas estão boas, mas em muitas tomadas vemos pouca empolgação nas cenas. A luta de Electro com o Aranha é boa, mas não empolga ao ponto de você ficar: “caraleo, que massa!” Um ponto legal foi a questão do neon na luta, dando um ar mais “electric style” nas habilidades do Electro. Sobre o Duende (Dane DeHan), o ator é até bom, mas o personagem dele não. Errou na tonalidade. Errou na caracterização. Não consigo nem comparar com o antigo, Willem Dafoe, que estava estonteante.

Pontos positivos: Peter e Gwen; Estética da película; Presença cativante e bem humorada do Homem-Aranha; Caracterização do Electro e Boas cenas de lutas.
Pontos Negativos: Falta de bons diálogos; Roteiro; Trilha sonora; Caracterização do Duende Verde.

Vá ao cinema, mas não espere nada épico.

Resenhas em Série, Series

[Resenhas em Série] Vikings, 1ª temporada

Acho que é sempre bom ter uma série que nos traga, além de história, drama, em certo grau e ponto, bom roteiro e cenas de lutas envolvendo… sangue! Bem, isso é o que Vikings traz para todos nós. A série é um drama histórico, criada pelo roteirista britânico, Michael Hirst, para o canal do History Channel. As tradições culturais religiosas, o sistema de governo, o respeito aos Deuses, o medo de morrer em uma batalha sem uma arma nas mãos, o amor a guerra, a cultura nórdica, de fato, é abordada com louvor pela série. As estratégias de batalhas, os motivos que levaram a sua expansão, ocupações, os seus Deuses entre outras coisas, fazem parte do arcabouço histórico que a série traz.

Quando pensei: opa! Vikings!, vieram em meus pensamentos, as batalhas contra as tropas inglesas, as paredes de escudos, os machados e machadinhas e suas espadas longas. Bem, a série coloca tudo isso, mas a mitologia está bem presente. Os deuses estão sempre presentes. Odin, Thor, Loki, Balder e os demais sempre são bem referenciados, trazendo ao seriado uma clareza quanto à fé que os povos tinham em seus Deuses. Vou logo dizendo, é uma das melhores séries que estão no ar, atualmente. É apaixonante, vibrante, revoltante e surpreendente.

Vikings coloca a visão de Ragnar Lodbrok, ou Lothbrok, um fazendeiro, até então, que busca ascender em sua trajetória de Viking. Ragnar, historicamente, é um dos mais famosos heróis da cultura nórdica, tornando-se uma lenda pelas terras geladas. Atribuiu-se a ele a descendência direta de Odin, por conta de suas conquistas pela Inglaterra, e até mesmo, a França. Lendas são sempre confusas e trazem um toque de misticismo, e as vezes, um levianismo nas palavras. Ragnar, acredita-se, viveu no século IX, depois de Cristo, durante o governo do Rei Horik.

Voltando à série, vemos que Ragnar junto ao seu irmão Rollo navegam junto a mais alguns companheiros para um local até antes desconhecido, a Nortumbria, um reino anglo formado na Grã-Bretanha no início do século VII. Após desobedecerem uma ordem de seu Earl ou Jarl, Haraldson, um líder que possui poder militar e político, um dono de terras, este se vê ameaçado por Ragnar como um futuro líder. O Earl aqui é bem vivido pelo ator Gabriel Byrne. E com essa, digamos traição, temos o desenrolar da história do Descendente de Odin em suas conquistas.

Além de Ragnar, Rollo e Earl Haraldson como personagens centrais, vemos Lagertha, a mulher de Ragnar e guerreira conhecida, Bjorn, seu filho mais velho, com 12 anos, Floki, o personagem mais enigmático e curioso, além de Æthelstan, um monge cristão que, após o saque a Nortumbria, é levado por Ragnar por curiosidade pela religião cristã, o que me lembrou de Uhtred, um dos personagens que o autor pesquisador histórico Bernard Cornwell retrata, brilhantemente, em uma de suas séries As Crônicas Saxônicas s2.

A série é do ano passado, 2013, e conta com nove episódios em sua 1 temporada. E sim, já saiu a segunda temporada, lançada este ano com 10 episódios “tesudos”, e já está confirmada a terceira temporada (PAPOOOCA, MENINO!) para o próximo ano.

Bem, Vikings está recomendadíssimo e espere que fiquem que nem, contagiados pela cultura nórdica

Quadrinhos

[Quadrinhos] Por onde eu começo a ler Batman?

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Olá, cambada. Feliz 2014! 😀

Vejo muita cambada nova, ou mesmo “velha”, começando a acompanhar (ou tentar) os passos do Homem Morcego pelo mundo da arte das historias em quadrinhos, e isso pode ser bem complicado dado aos numerosos volumes que existem sobre o herói. Aí, fica aquela dúvida: POR ONDE DIABOS EU COMEÇO?
Bem, pensando nisso, nas várias promoções que encontramos pela internet e nos trocentos blogs e site com informações a respeito, digo uma coisa: comece pelos encadernados. Sim, aqueles de capa dura e com um custo maior do que aqueles pequenos e avulsos exemplares que se encontram pelas bancas de revistas mundo à fora. Fiz uma pequena lista de alguns encadernados que valem a pena entrar na sua coleção. Vamos conferir?

Quadrinhos

[Quadrinhos] Veja as reimpressões pela Panini no Brasil!

Bom, a Panini Comics já tinha exposto que iria realizar alguns desejos dos fãs de quadrinhos: relançar edições clássicas, como as graphic novels. Sim, ela está “reimprimindo” algumas histórias que, para quem é fã, não pode faltar na estante, na mesa, no armário  e afins. Este mês de Novembro está cheio de atrações, o que é uma benção aos corações dos leitores e um horror ao bolso do consumidor. Mas, bem, três graphic novels do Batman serão lançadas.

A primeira é Batman e Filho, com a autoria de Grant Morrison e desenhada por Andy Kubert, essa edição traz a história que nos apresentou o quarto Robin, Damian Wayne, filho de Bruce, cuja mãe é Talia Al Ghul, filha do líder da Liga dos Assassinos, R’as Al Ghul. Para quem pretende adquirir essa edição aconselho a pegar outra história do Cavaleiro Noturno, Batman O Filho do Demônio. No mais, Batman e Filho custa R$ 55,00 reais.

A segunda é a surpreendente A Piada Mortal, onde temos o aclamado Alan Moore e com a arte de Brian Bolland. Em A Piada Mortal, temos Coringa trabalhando em planos para fazer com que Batman fique mais alucinado do que ele. E aí, na parte final temos uma cena em que se foi muito debatida na internet há pouco tempo. Com uma história muito boa, a HQ será coloca à venda por um preço muito bom, apenas R$ 19, 90 reais.

 A terceira é Batman Ano Um. Escrita por Frank Miller e com a arte de David Mazzuccheli, Ano Um pega o início da vida do Morcego como vigilante de Gotham, e é considerada, por milhares, como a melhor história do Cavaleiro das Trevas. Para quem quer começar a ler as histórias do Batman, sugiro que comece por Batman Ano Um. E o preço? R$ 37 reais.