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[Séries] Indicação: Sense8

A Netflix, mais uma vez, nos permite ter contato com uma série bem produzida (vide Demolidor, Marco Polo, Orange Is The New Black, etc). Aqui não se tem muito o que contar. Você pode achar a série cheia de propostas ousadas, com pontos que, em um primeiro momento, parecem desconexos, mas que se conectam aos poucos.

Assim, Sense8 (com autoria de Michael Straczynski  – Guerra Mundial Z – e os irmãos Wachowski – Matrix, Cloud Atlas) possui um enredo que prende o expectador e nos coloca a par de 8 pessoas ao redor do mundo que nunca se viram, mas que terão de se virar para sobreviver porque estão sendo caçadas por uma organização que os vê como uma ameaça à ordem mundial. Nada de super heroísmo, nada de poderes. Aqui sua habilidades, suas emoções e sua história de vida é que contam.

Drama e ficção sãos os pontos bases da série, que nos surpreende com seus personagens reais e com culturas e nacionalidades distintas, mas abordadas de uma maneira simples. Alemã, coreana, mexicana, africana… São inúmeras características que fazem com que você se aproxime ou tente, ao menos, criar uma conexão (sem trocadilhos) com pelo menos um dos personagens. Até mesmo os enredos secundários conseguem desenvolver empatia!

Sense8 é uma mistura de credos e morais, na qual barreiras geográficas e/ou culturais são ignoradas e 8 pessoas desconhecidas se conectam mentalmente. 8, mas também 1. Como isso é possível? A primeira temporada está no Netflix, com seus 12 episódios. Saca lá.

Super recomendada :)

Resenhas em Série, Series

[Resenhas em Série] Vikings, 1ª temporada

Acho que é sempre bom ter uma série que nos traga, além de história, drama, em certo grau e ponto, bom roteiro e cenas de lutas envolvendo… sangue! Bem, isso é o que Vikings traz para todos nós. A série é um drama histórico, criada pelo roteirista britânico, Michael Hirst, para o canal do History Channel. As tradições culturais religiosas, o sistema de governo, o respeito aos Deuses, o medo de morrer em uma batalha sem uma arma nas mãos, o amor a guerra, a cultura nórdica, de fato, é abordada com louvor pela série. As estratégias de batalhas, os motivos que levaram a sua expansão, ocupações, os seus Deuses entre outras coisas, fazem parte do arcabouço histórico que a série traz.

Quando pensei: opa! Vikings!, vieram em meus pensamentos, as batalhas contra as tropas inglesas, as paredes de escudos, os machados e machadinhas e suas espadas longas. Bem, a série coloca tudo isso, mas a mitologia está bem presente. Os deuses estão sempre presentes. Odin, Thor, Loki, Balder e os demais sempre são bem referenciados, trazendo ao seriado uma clareza quanto à fé que os povos tinham em seus Deuses. Vou logo dizendo, é uma das melhores séries que estão no ar, atualmente. É apaixonante, vibrante, revoltante e surpreendente.

Vikings coloca a visão de Ragnar Lodbrok, ou Lothbrok, um fazendeiro, até então, que busca ascender em sua trajetória de Viking. Ragnar, historicamente, é um dos mais famosos heróis da cultura nórdica, tornando-se uma lenda pelas terras geladas. Atribuiu-se a ele a descendência direta de Odin, por conta de suas conquistas pela Inglaterra, e até mesmo, a França. Lendas são sempre confusas e trazem um toque de misticismo, e as vezes, um levianismo nas palavras. Ragnar, acredita-se, viveu no século IX, depois de Cristo, durante o governo do Rei Horik.

Voltando à série, vemos que Ragnar junto ao seu irmão Rollo navegam junto a mais alguns companheiros para um local até antes desconhecido, a Nortumbria, um reino anglo formado na Grã-Bretanha no início do século VII. Após desobedecerem uma ordem de seu Earl ou Jarl, Haraldson, um líder que possui poder militar e político, um dono de terras, este se vê ameaçado por Ragnar como um futuro líder. O Earl aqui é bem vivido pelo ator Gabriel Byrne. E com essa, digamos traição, temos o desenrolar da história do Descendente de Odin em suas conquistas.

Além de Ragnar, Rollo e Earl Haraldson como personagens centrais, vemos Lagertha, a mulher de Ragnar e guerreira conhecida, Bjorn, seu filho mais velho, com 12 anos, Floki, o personagem mais enigmático e curioso, além de Æthelstan, um monge cristão que, após o saque a Nortumbria, é levado por Ragnar por curiosidade pela religião cristã, o que me lembrou de Uhtred, um dos personagens que o autor pesquisador histórico Bernard Cornwell retrata, brilhantemente, em uma de suas séries As Crônicas Saxônicas s2.

A série é do ano passado, 2013, e conta com nove episódios em sua 1 temporada. E sim, já saiu a segunda temporada, lançada este ano com 10 episódios “tesudos”, e já está confirmada a terceira temporada (PAPOOOCA, MENINO!) para o próximo ano.

Bem, Vikings está recomendadíssimo e espere que fiquem que nem, contagiados pela cultura nórdica

Quadrinhos, Series

[Quadrinhos] Constantine – Série de TV pela Warner Bros

De acordo com o Deadline, a Warner Bros. está produzindo uma série sobre John Constantine para o canal da NBC.

A produção deve estar a cargo de David S. Goyer. Como bem lembram (ou não), Goyer trabalhou com Nolan na produção dos três filmes do “Cavaleiro das Trevas” e no roteiro e produção de “O Homem de Aço”, o último filme da DC Comics para o cinema, além de Superman x Batman.

John Constantine, que apareceu pela primeira vez em 1985 como um personagem recorrente na série de horror The Saga Of The Swamp Thing (ou O Monstro do Pântano) , foi criado por Alan Moore, Steve Bissette e Jamie Delano. No cinema, tivemos a interpretação de Keanu Reeves em 2005.

Bom, até agora sabemos que a série se chamará Constantine. Já temos Arrow, Gotham, e Flash como séries confirmadas. Ótima pedida para quem é fã  – ou para ser – do universo DC, heim?

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