Diario, Pessoal, Tag

[Tag] Conhecendo melhor a blogueira

(eu, vestida e maquiada à anos 20 para um trabalho da faculdade)

Eu tava aqui, de boas na lagoa, acessando o blog da  Juliana Rabelo quando percebo que ela me marcou em uma tag (!). O negócio funciona assim: vou falar onze fatos sobre mim, responder onze perguntas que a Juh fez para mim e indicar mais onze blogs para responderem minhas onze perguntas (eita má!). Vamos lá?

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Filmes, Livros

[Livros] Minha estante

Eis que nesses dias, postei no Instagram uma foto da minha estante (clique aqui para vê-la) e logo apareceram comentários para que eu mostrasse os meus livros. Como eu ainda não havia organizado tudo (existia uma grande parte das minhas coisas guardada em outros lugares), aproveitei esse fim de semana de Carnaval para terminar de ajeitar meus livros. E, ainda aproveitando a oportunidade, resolvi fotografar tudo para vocês verem o que existe no meu arsenal :)

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Livros

[Livros] Top 5 paixões literárias

Oi, estou aqui a pedidos da moça Kami para falar sobre livros, seriados e algumas coisinhas mais que tiverem importância. Como sou nova nesse ramo de blogs (tive um de moda uma vez, mas não conta muito), por favor sejam gentis comigo e guardem as pedras para o final. – Q?
De cara já me foi lançado o desafio: escolher 10 paixões literárias, ou seja, os personagens por quem eu mais suspirei lendo livros. Embora eu tenha sido considerada rata de biblioteca, não sou muito de me apaixonar, como diria meu namorado, sou dura na queda ou chata mesmo. Até poque, normalmente, eu me apaixono pelo casal junto, do tipo que torce e tem vontade de entrar no livro pra ajudar dar certo *guilty face*. Então fiz reduzi a lista para 5 e coloquei em ordem aleatória (leia-se, a ordem que eu lembrei).

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Filmes

[Filmes] Dez filmes que vi e gostei em 2014

O ano de 2014 está em seus momentos finais (ALELUIA!) e pensamos: quais seriam os melhores filmes que vimos em 2014? Será que dá pra fazer uma lista bacana? E a reposta é: sim, dá.
Então, aí vai uma lista com gosto pessoal, curta e sincera dos filmes que vimos e que receberam likes and likes. De antemão, muitos filmes bons ficaram fora da lista, mas coloco um bônus no final, naquela velha tentativa de redimir os pecados. Por isso, nada de “mimimi”.
Claro que poderia colocar na lista filmes que não são recentes, mas pensei em filmes do final do ano de 2013 até ao término deste ano para colocar aqui. Lembrando que “a ordem dos fatores não altera o produto“.

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Filmes

[Filme] O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (The Hobbit – War of The Five Armies), dirigido por Peter Jackson, estreou na semana retrasada nos cinemas tropicais do Brasil (eu acho). O último episódio da saga de Bilbo, Gandalf e a comitiva de anões, encabeçada por Thorin Escudo de Carvalho, pela Terra-Média rumo a Montanha Solitária de Erebor trouxe uma produção grandiosa, com efeitos magníficos e um roteiro pincelado para que, quem já tivesse lido ou soubesse sobre os spoilers dos acontecimentos, ficasse com uma expectativa a mais.

 

(Voa, voa dragãozinho!)

Finalizando a saga do hobbit e seu encontro com Um Anel, o filme tenta abordar um pouco o laço de amizade que os anões constroem com Bilbo ao longo da caminhada até Erebor. Os pequenos são o grande foco da série, sem dúvida. Quando estão em cena, os diálogos fluem e a trama se desenrola sem muitas pedras para bloquear o roteiro impactante que Jackson tenta trazer aos expectadores – o que não é ruim. A Batalha dos Cinco Exércitos tem uma chama a mais que os outros dois primeiros filmes, que é a luta do Dragão Smaug na Cidade do Lago, além da forma como foi adaptada uma guerra tão colossal ao pé da Montanha Solitária.

Smaug revela seu lado mais cruel e dracrônico nesse filme, o que muitos esperavam no anterior – A Desolação de Smaug. Aqui, o dragão aparece imponente com aquele jeito inteligente e menosprezador e lançando, com suas asas abertas, suas chamas mortais por toda Cidade.

Percebe-se que Jackson tenta ligar esse filme ao Senhor dos Anéis, introduzindo o mago de batalha Saruman, Elrond paladino, e a overpower Galadriel, além de Radagast, o mago castanho, contra alguns espectros e ameaça futura de Sauron, tentando conectar uma saga a outra. Não achei perda de tempo, pois muitos que foram ao cinema, penso, nem conhecem Senhor dos Anéis, e adoraram e acompanharam a trilogia de Bilbo e os anões. Mas isso não vem ao caso.

Os exércitos estão em uma produção de figurino e coreografia muito boa. Cada raça tem sua peculiaridade em relação a lutas e montarias. Assim, temos desde o tradicional cavalo, passando pelo Alce Gigante, por bodes, wargs e porcos como montaria. Legolas e Tauriel tem um destino que não esperava, em Legolas Folha-Verde faz algumas legolagens (vide Senhor dos Anéis), dando uma visão “desfocante” das lutas dos anões, humanos, elfos e bestas contra os orcs (coitados). Continuo com o pensamento de que tanto Legolas, como Tauriel NÃO PRECISAVAM estar no filme. Alfrid (Ryan Gage) é o alívio cômico aqui, mas não funcionou.

O filme tem uma ótima trilha sonora e um 3D não impactante, mas bem feito. Nesse terceiro filme, temos menos enrolação, com o objetivo mais visível. Temos Guerra, e isso resume muito bem a película, que coloca cenas com paisagens incríveis e carregadas de emoções. Peter Jackson acerta em muita coisa, realmente, mas o filme era o que eu já esperava – muita “peia”.  Em clima de despedida, Jackson nos coloca uma surra de efeitos maravilhosos, uma trama carregada de altos e baixos, diálogos desnecessários, mas com as raças da Terra-Média em confronto, nos dando outra visão do mundo fantástico de Tolkien. O Hobbit não é livro profundo, mas P.J. tenta colocar uma profundidade no roteiro. O que pode ter sido bom ou não. Quem decide é quem está assistindo.

No mais, quem não viu, veja. É um fanservice que merece ser visto – talvez, de uma vez só.

Diario, Festas de fim de ano, Literatura, Livros, Novidades, Os Olhos de Ravena, Outubro, Yume

[Livros] Vai ter Outubro, sim! – Um balanço sobre 2014 e planos para 2015.

 

Não é de se admirar que 2014 tenha sido um ano turbulento para mim. Quem me acompanha no Facebook possivelmente viu meus surtos e minhas preces para que os ambos os semestres acabassem – afinal, retornei às Letras nessa segunda metade de 2014 e estava cursando as duas faculdades simultaneamente. Minha vida inteira se voltou para as minhas obrigações acadêmicas: trabalhos, seminários, provas… E não, não consegui conciliar blog, vida literária e vida estudantil. De uma forma ou de outra, eu sempre opto pela faculdade. Meus estudos sempre virão em primeiro lugar.
Mas não, não estou escrevendo esse post para falar sobre todas as noites que madruguei minha vida estudantil, e sim sobre um panorama do que foi 2014 e do que será 2015. Fazendo um balanço geral, não consegui atingir todas as minhas metas literárias nesse ano. Pretendia relançar Yume – não rolou. Pretendia fazer a segunda edição de Outubro pela Create Space – não deu certo, já que não consegui me entender com o sistema e ele sairia mais caro para mim. Minha maior vitória (e objetivo alcançado!) foi ter concluído Os Olhos de Ravena – que, no atual momento, está aguardando pacientemente sua vez de ser revisado. Fora isso, 2014 foi um ano sem muitas novidades literárias. Mas, pela forma como as coisas estão caminhando, 2015 será diferente. Bem diferente.
Para começo de história: Outubro vai ser relançado, sim! Em março de 2015, iniciarei as vendas do livro aqui no blog e, possivelmente, ele só poderá ser comprado diretamente comigo e por aqui (postarei mais informações em fevereiro, fiquem tranquilos). A capa nova e a diagramação (que se mantém a mesma da edição anterior) ficaram a cargo da Marina Avila. A laminação do livro será fosca e ele irá sem orelhas, no tamanho 16×23! A primeira tiragem será pequena, de apenas cinquenta livros, então fiquem atentos para não perderem o seu exemplar! :)
Sobre Yume, o futuro do livro ainda está sendo traçado. Acredito que vocês tenham percebido que ele está fora da Amazon há alguns meses, mas acreditem: não foi sem razão. Yume ainda será lançado pela Wish, mesmo que, no momento, não possamos prever uma data. Temos muitos planos bacanas, porém estamos nos organizando com calma para tornar cada uma dessas ideias em material palpável! Não percam os próximos episódios!
Sobre Os Olhos de Ravena, estarei o revisando durante 2015 (se der certo, ainda nessas férias)! Minha pretensão é ter o livro pronto até metade do ano, mas não posso dizer mais nada além disso. Meu objetivo, como deu para perceber, é trazer meus dois primeiros trabalhos para o mercado mais uma vez. Peço calma, apenas, que um dia esse livro sai <3
E no mais, preparem-se, porque eu e a Juliana Rabelo tentaremos conquistar o mundo também em 2015!  Ainda nessa semana, iremos nos reunir para matar a saudade e comer pão de queijo <3 decidir alguns projetos que deverão vir à tona ainda em janeiro. Tem muita coisa boa, galera!

(é assim que os pedidos de casamento acontecem…)

É basicamente isso que eu gostaria de passar a vocês. Estou trabalhando para tornar real cada uma dessas metas. Vamos torcer para que tudo dê certo! :)

Livros, Os Olhos de Ravena

[Livros] Sobre terminar um livro e agradecer eternamente

 

(Ravena, por Juliana Rabelo)

Há pouco mais de um ano, escrevi aqui no blog sobre o meu novo projeto, Os Olhos de Ravena (clique aqui para ler). Hoje, escrevo novamente para anunciar o término do livro, depois de dois anos de muita luta.
Quando paro para pensar em como a história da Ravena (Vena ou Ravs para os íntimos) surgiu, vem uma série de memórias significativas e especiais, ainda que algumas sejam bem dolorosas. 2012 foi um ano muito difícil para mim e isso não é segredo. Foi nessa conturbação de fatos e mudanças que a Ravena apareceu, pronta como se já tivesse nascido daquela maneira. Comecei a escrever em setembro daquele ano, pleiteando um edital de publicação (que não venci, como se pode perceber) e, desde então, venho produzindo o livro. Não foi fácil. Aquela era uma época complicada, que me tornou uma pessoa desacreditada e sem muitas expectativas. E, tal qual minha vida estava naquele período, a história da Ravena se solidificou de forma difícil e árdua – tanto pelo tema complexo de ser trabalhado quanto pelas próprias transformações que eu passava e que me desnorteavam.
Ao escrever o último ponto do livro, sinto como se eu tivesse, também, me despedindo de um período difícil, mas que foi brilhantemente superado. Muito do que eu sentia e vivia foi absorvido pela Ravena. Ela foi minha companheira de dores e angústias; foi amiga, confidente, parceira. Dizer adeus a dela é difícil, mas me sinto feliz por termos concluído bem essa etapa e pelo livro ter alcançado o seu objetivo. Lavei a minha alma em pouco mais de duzentas páginas, e escrevi uma história que, possivelmente, será a mais especial – e significativa – para mim.
Mas se eu consegui tudo isso, não foi sem ajuda. Tenho uma lista de nomes de pessoas queridas que foram essenciais para a produção de Os Olhos de Ravena. Cito aqui, logo de início, o Prof. Paulo Cândido (que me orientou em vários aspectos do desenvolvimento da doença da Ravena); Dras. Ingrid Tavares e Idalina Costa (que me explicaram em termos médicos o que era, afinal, retinose pigmentar), e os membros do Instituto dos Cegos, que me ofereceram ajuda desmedida. Agradeço, também, à Janaína Dantas e aos grupos no facebook Retinose Pigmentar e Amigos Portadores de Retinose Pigmentar, que muito me esclareceram sobre o dia a dia de pessoas que convivem com a doença.
E nada teria dado certo se não fosse o apoio e o incentivo dos meus amigos em geral. Meu “muito obrigada” vai para Diego Pereira, Karol Frota, Karol Rodrigues, Isabel Costa, Kamila Benevides, Letícia Braz, Bruna Vasconcelos, Amanda Sombra, Bianca Carvalho, Luciane Rangel, Priscila Pontes, Ariane Muniz, Bruno Souza, Rodrigo Mesquita, Juliana Rabelo, Monisa Miranda, Otania Freire. Não existem palavras para agradecer por todas as vezes que vocês toparam ler trechos, me ajudaram com cenas e me aguentaram me lamuriando ou narrando o que eu pensava em fazer com o livro. A gratidão é imensa e eterna.
Não posso dizer qual rumo o livro terá agora. Possivelmente, me darei seis meses (ou mais) para revisá-lo e lapidá-lo antes de submetê-lo a possíveis análises.  Adianto, porém, que estou preparando surpresas (e se Deus permitir, vai dar certo). E, mais do que qualquer coisa, só gostaria de compartilhar com vocês a alegria de concluir um projeto tão significativo e especial.
Encerro aqui colocando a playlist do livro. Espero que todos curtam!
Com todo o amor do mundo de uma escritora realmente emocionada

Os Olhos de Ravena from kamile.girao on 8tracks Radio.

Animes

[Anime] Sailor Moon Crystal ou porque me sinto com oito anos novamente

Assumo que este post está chegando com certo atraso. Era para ele ter sido escrito antes, mas minhas condições pós-operatórias não me permitiram parar para sentar e escrever a respeito (acredito que vocês perceberam que estive meio sumida durante julho, não é?)
Mas como nunca se há tempo perdido para o amor (oi?), vamos lá!
Sailor Moon Crystal,  o anime que estão lançando em comemoração aos 20 e poucos anos da série, estreou no Japão no dia 05/07 depois de muita ansiedade e muito furor entre os fãs. Com 26 episódios agendados para ir às telinhas todos os primeiros e terceiros sábados do mês, somos brindados com a nova roupagem que as aventuras de Usagi e companhia receberam. Não estou acompanhado avidamente todas as novidades acerca da nova série, mas posso dar um parecer de como recebi a iniciativa a partir do primeiro episódio.

(muito amor ou não? ♥)

O que posso dizer, a despeito da opinião que li de muitas pessoas, é que fiquei bastante satisfeita com o resultado do anime. A intenção da nova série, conforme os produtores afirmaram, é ser mais parecida com o mangá e, pelo pouco que vi, asseguro que estão conseguindo. Muitas cenas estão praticamente transcritas para a animação (como a cena da Usagi encontrando o Mamoru pela primeira vez, que acontecia de uma forma diferente na versão anterior), o que é um brinde para os fãs que acompanharam as histórias das revistas. E para mim, há uma fidelidade maior aos traços do mangá nesta nova adaptação, bem mais que no anime anterior (embora ele nunca saia dos nossos corações e nunca deixe de ser especial, preciso admitir isso). As proporções (insira aqui o corpo esguio das guerreiras, com os metros de perna que a tia Naoko tanto ama, os olhos grandes e detalhados, os cabelos esvoaçantes da Usagi…) estão bastante fidedignas, os vilões estão mais assustadores ao nível que Sailor Moon consegue deixar (para quem lê o mangá, sabe que as criaturas servas dos generais da Rainha Beryl não são tão absurdamente ridículas quanto aquelas que surgiram no anime de 1992), as roupas das guerreiras finalmente ganharam aquele pequeno detalhe que as diferencia (como o cinto da Sailor Venus e o uniforme sem manguinhas da Sailor Mercury)… E, gente! Eles atualizaram o anime! Agora podemos ver celular e outros apetrechos eletrônicos típicos da nossa época, aproximando-nos ainda mais de Sailor Moon. Posso resumir que fiquei (e estou!) bastante animada com o que vem por aí.
Mas nem tudo são apenas flores. Apesar de ter gostado muito do redesign das senshis,  assumo que não curti muito a maquiagem que colocaram no rosto das garotas, embora seja algo muito leve. Talvez seja costume com o anime velho, ou mesmo porque não consigo ver as garotas de uma forma tão arrumadinha. Para mim, as meninas de Sailor Moon estão entrando na adolescência, descobrindo os prazeres e os dessabores da idade, e passam por aquele período em que, ora você se sente o patinho feio, ora se sente a miss universo porque o garoto fofo da lanhouse te olhou diferente e foi simpático com você (o que pode não significar muita coisa, mas um sorriso já causa um furor diferente!) E, por mais que a abertura esteja uma gracinha, Moonlight Densetsu é muito a cara da série para ter sido posta de lado. Acho que os produtores poderiam ter feito algo como o que foi realizado em Saint Seiya Omega: regravar a música com uma nova versão.
No mais, vi que muitos fãs não gostaram da iniciativa ou, se curtiram, ficaram insatisfeitos com o resultado (como o redesign dos personagens). Repito aqui o que falei em um comentário no Facebook: em hipótese alguma, a animação ficaria cem por cento fiel ao traço do mangá, cheio de detalhes e lindezas. Os produtores fizeram o que estava ao seu alcance para adaptar tudo com a maior fidelidade possível e, apesar de um detalhe aqui ou acolá, achei o resultado promissor e bom. Estou muito animada para os próximos episódios (e em cólicas para ver minha guerreira favorita, Sailor Jupiter, em ação!).
E aí, o que vocês acharam? Não se esqueçam de contar para a gente!
Até a próxima! Em nome do amor e da justiça!